terça-feira, 5 de abril de 2016

Gatos podem miar com sotaque dependendo de onde viverem.

Gatos miam com uma entonação específica quando estão pedindo comida e com outra quando estão tristes. Mas será que a melodia do miado varia de acordo com a região em que vivem? 

A especialista em fonética Susanne Schötz, da Universidade de Lund, na Suécia, uniu sua paixão por gatos com seus estudos para liderar o projeto Meowsic, que pode ser traduzido como "miau-sica".

O objetivo é analisar a variedade de melodias nos sons produzidos pelos gatos para elaborar um "dicionário dos miados".

Enquanto os resultados iniciais do projeto já mostraram diferenças claras entre o miado de fome (que é geralmente um som crescente) e de tristeza (que vai diminuindo de intensidade), o grupo de pesquisa vai avaliar se a localização geográfica dos gatos afeta sua entonação, como uma espécie de sotaque.


Para isso, eles vão comparar os sons produzidos por gatos que vivem no centro da Suécia, em Estocolmo, e no sul do país, em Lund. Nessas áreas, os dialetos suecos usados pelos humanos são bastante distintos.

Pode ser, então, que a variação nos sons dos felinos seja aprendida a partir dos sons produzidos pelos donos - também é assim que bebês desenvolvem uma forma de sotaque.

Dialetos regionais já foram encontrados em outras espécies.Morcegos emitem diferentes ondas sonoras de acordo com a região onde vivem. Os bodes aprendem um sotaque com a mãe e os irmãos, mas mudam o dialeto quando se tornam independentes.

E os sapos passam até dificuldades para acasalar quando têm sotaques diferentes entre si.

A pesquisa da Universidade de Lund pretende ir mais a fundo na comunicação entre humanos e gatos, tentando descobrir, por exemplo, se os animais são capazes de diferenciar o tom de voz de um adulto de uma criança ou mesmo perceber se a voz é de um conhecido ou um desconhecido.

O objetivo do estudo é promover uma comunicação mais efetiva com os felinos, em especial em casos de hospitais veterinários e abrigos. Os pesquisadores esperam, inclusive, revelar se os gatos gostam ser abordados pelos donos com a típica entonação aguda usada com crianças ou se preferem ser tratados "como adultos".

Fonte: http://exame.abril.com.br/

quarta-feira, 30 de março de 2016

Cerveja traz imagens de cães para adoção no rótulo

Adoramos quando marcas resolvem investir no espaço de seus produtos para promover coisas boas.

A Bamberg, por exemplo, uniu-se com a ONG Adote um Focinho e juntos lançaram os novos rótulos da cerveja pilsen Sem Dono.


Com assinatura da agência de design Señores, os rótulos da Sem Dono estampam seis cães abandonados, que estão, no momento, aos cuidados da Adote Um Focinho. Os interessados em dar um lar para os “garotos propaganda” da cerveja, encontram as informações do processo de adoção no próprio rótulo.

Nesta primeira fase, a Bamberg produziu quatro mil unidades da cerveja, disponíveis em garrafas de 600 ml e já à venda em lojas especializadas.

Fonte: comendocomosolhos.com

terça-feira, 22 de março de 2016

3 em cada 4 cães dormem com seus “pais”

Se, antigamente, o lugar de cães era no quintal, hoje a liberdade dentro de casa é quase total, e é cada vez mais comum os tutores dividirem tudo com seus bichinhos, até mesmo a mesma cama. Pesquisa com 5.000 pessoas, feita pela DogHero (www.doghero.com.br), mostra que 71% dormem com seus cães - sendo 43% frequentemente e 28% de vez em quando. O levantamento inédito aborda ainda outros comportamentos que indicam que o cachorro é, sem dúvida, parte da família.


Entre os entrevistados, 51% admitem que seus cães costumam assistir à televisão. Na sexta-feira à noite, 93% dos tutores preferem a companhia do peludo a sair para baladas. E, a cada aniversário do cachorro, 47% afirmaram ter vontade de fazer uma festa para comemorar. Dos 29% que já fizeram uma festinha de parabéns para o seu cão, 38% afirmam fazer todo ano. A pesquisa foi feita com tutores com idades entre 19 e 45 anos.

“Cada vez mais os cães são membros da família, alguns mais dóceis e outros desconfiados, mas cada um com a sua personalidade e modo de agir com os tutores, visitas e desconhecidos”, afirma Eduardo Baer, sócio-diretor da DogHero. Para ele, essa nova relação determina as escolhas que fazem para os seus cães. “Na hora de viajar, ele quer levar o cão junto ou deixá-lo em um ambiente familiar e afetuoso, e não em um kennel. a preocupação com cão é a que se te com um filho”, destaca.

A pesquisa, destaca Baer, mostra na prática a mudança do perfil das famílias no Brasil. Um estudo do IBGE publicado em 2015 revela que, no Brasil, o número de famílias que criam pelo menos um cachorro é maior do que o de famílias que têm crianças. São 52,2 milhões de cães contra 44,9 milhões de crianças no país. “Além de divertir as famílias que têm filhos, o cães fazem companhia e nunca foram tão mimados e bem cuidados”, completa Baer.
Fonte: jornalcorreiodenoticias

quarta-feira, 9 de março de 2016

Cortar rabos e orelhas de cães é considerado crime.

A prática de cortar rabo e orelhas de cães, que já foi até mesmo padrão de estética para algumas raças, é considerada mutilação e crime ambiental.

No Brasil, a conchectomia (corte de orelha) passou a ser proibida em 2008 e, desde então, houve a recomendação para que não fosse realizada a caudectomia (corte da cauda), que, em 2013, também passou a ser considerada crime, salvo mediante necessidade justificável como tumores e lesões irreversíveis. O profissional que realizar sem justificativa plausível, está sujeito a processo ético profissional e corre o risco de perder o diploma.

Há poucos anos, era comum avistar cães com orelhas e caudas cortadas, como se isso fosse algo natural dos mesmos. Isso era muito comum em algumas raças como pitbull, dobermann, rottweiler, pinscher, cocker, poodle, boxer, entre outros.

As caudas e as orelhas têm uma função para os animais. O corte do rabo diminui o senso gravitacional dos animais. É também uma maneira de mostrar emoções. Já as orelhas longas, protegem a estrutura interna do ouvido, como de contaminações do meio externo.

GATOS

Além do corte de caudas e orelhas de cães, outra prática comum e também proibida é a onicectomia (amputação das unhas), muito realizada em gatos para evitar que eles não destruam os móveis, por exemplo. As unhas são importantes aos gatos porque eles as utilizam para se equilibrar, marcar território e também se defender. Além disso, a cirurgia é extremamente dolorosa, pois além das unhas, são removidos ossos, tendões, e articulações.

Denuncie!

Fonte: folhadomate.com

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Os animais podem ter sentimentos mais complexos que os humanos, diz pesquisador.

Se você convive com um bichinho de estimação, sabe que, de alguma forma, eles percebem quando os humanos estão tristes ou felizes. Mas esse tipo de comportamento não se restringe aos gatos e cachorros: estudos mostram que os cavalos conseguem entender algumas emoções dos humanos e que os corvos conseguem "ler os pensamentos" de outros animais da espécie - coisa que até então se acreditava que só os humanos eram capazes de fazer.

Essa crença fez com que a pesquisa relacionada aos sentimentos dos animais ficasse estagnada. Ao supor que determinadas emoções eram restritas aos humanos, os cientistas deixaram de fazer perguntas (e, consequentemente, pesquisas) relevantes sobre como são os sentimentos no mundo animal.

Carl Safina, professor da Universidade de Stony Brook, nos Estados Unidos, foi contra a corrente e começou a levantar questionamentos sobre o assunto. As perguntas o levaram a realizar uma pesquisa que, por sua vez, resultou no livro Beyond Words: What Animals Think and Feel, lançado em julho de 2015. 



"Acho importante sabermos com quem estamos na Terra. Nós discutimos a conservação de animais em números, mas eles não são só números", disse o pesquisador em entrevista à National Geographic. "Tenho observado animais durante toda a minha vida e sempre fico impressionado com as semelhanças entre eles e os humanos."

O professor acredita que o debate em relação à possibilidade de os animais terem sentimentos ou não nem deveria existir. "Se você observar mamíferos ou até mesmo aves, verá como eles respondem ao mundo. Eles brincam. Eles ficam com medo quando estão em perigo, relaxam quando as coisas estão bem", diz. "Não parece lógico pensar que os animais não estejam experenciando emoções como o medo e a o amor."

Quando os elefantes asiáticos veem outro animal da espécie bem agitado, tendem a tocá-lo até ficar mais tranquilo. "É uma espécie de 'shh, está tudo bem', muito parecido com o que os humanos adultos fariam para tranquilizar um bebê", explica o cientista Joshua Plotnik em entrevista ao Discovery.

Fonte: revistagalileu.globo.com

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Cão esfaqueado no litoral de SP é adotado por casal que o resgatou.

O cão esfaqueado por um homem em Santos, no litoral de São Paulo, será adotado pela família de turistas que o resgatou. O caso ganhou repercussão depois que foi parar nas redes sociais.
'Lobo' foi esfaqueado por um morador de rua no último sábado, próximo à Praia do José Menino. Segundo testemunhas, o homem estava embriagado e aplicou várias facadas na altura do pescoço do animal.
Após a ação, o morador foi agredido por outras pessoas indignadas com a situação. Ele foi levado a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Central, onde recebeu cuidados médicos, e depois encaminhado ao 1º Distrito Policial de Santos, onde a ocorrência foi registrada.

Durante a confusão, o animal foi resgatado pela advogada Natalia Macedo Sanzovo e seu marido João Gilberto Sanzovo, e encaminhado a uma clínica veterinária.
"O que mais me impressionou foi a raiva do pessoal. Muitos diziam que o morador de rua tinha que morrer, que o que ele fez estava errado. Mas, em nenhum momento, pensaram em resgatar o cachorro, que era o motivo de tudo aquilo. Ainda tentei apaziguar a situação, consegui de certa forma afastar o pessoal até a chegada da guarda. E teve gente que ficou brava com a minha atitude [em tentar proteger o morador de rua]. Isso me chocou profundamente", diz.

O casal decidiu ficar com o cachorro após aguardar por candidatos a adoção que morassem na Baixada Santista.
"Chegamos a essa decisão, pois também não teve ninguém que demonstrou interesse. Procuramos um lugar perfeito, mas entendemos que o melhor lugar é com a gente, pois não vai faltar amor", explica Natália.
A advogada, que mora em um aparamento na cidade de São Paulo, conta que tem uma outra cachorra em casa (Latika, de seis anos), que já foi visitar o "irmão" em Santos. Para Natália, a adaptação de "Lobo" ao lar deve ser fácil. "Já temos uma rotina com um cachorro de médio porte, então creio que tudo vai ser muito tranquilo para todos", disse.
'Lobo', que tem aproximadamente sete anos, está se recuperando bem das intervenções cirúrgicas, deve receber alta no domingo e, assim, viajar para São Paulo para o novo lar.



Passado

A história do animal esfaqueado foi compartilhada nas redes sociais e acabou chegando ao conhecimento de seus cuidadores.
"Lobo" vivia há cerca de um ano e meio com uma família que é dona de um quiosque, na Praia do Itararé, em São Vicente.
O cão, que passava o dia com os quiosqueiros e, na parte da noite, recebia cuidados de pessoas que trabalham próximos à praia, teria fugido em busca de uma cadela no cio e se perdido do local no qual costumava ficar e receber cuidados.
“Não é a primeira vez que ele foge, mas sempre voltava. Ele estava há uns três dias sumido. O Lobo é um cachorro muito dócil e carinhoso, fiquei espantada quando vi o que aconteceu. Fomos visitá-lo na clínica e ficamos aliviados em saber que ele está bem”, diz Joyce Fernandes Ruano, uma das pessoas que cuidava do cão.

Fonte: http://g1.globo.com/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O que é preciso saber antes de ter um animal de estimação?

É muito difícil resistir a um animal de estimação. E, quando você é adolescente, ainda mais! Não é? Mas, antes de decidir integrar mais um membro a sua família, é preciso pensar bastante. A primeira coisa que tem de vir a cabeça é a posse consciente. Tem de saber que esse animal pode viver 10, 15 anos, e não pode, de maneira nenhuma, ser abandonado. 

O segundo passo é escolher que animal a família vai acolher: Um cachorro? Um gato? Se for um cachorro, precisa prestar atenção ao tamanho do apartamento ou quintal de casa.
Na hora de escolher o bichinho, também é importante lembrar que existem várias ONGs de adoção de animais e quem adota um bichinho da rua.

Com o animal já instalado em casa, é importante dividir as tarefas. Se o animal for só seu, nada de deixar o cocô para seus pais limparem. Lembre-se que foi uma responsabilidade que você quis assumir e é uma experiência positiva, que fará você amadurecer.
Peça ajuda aos seus pais na hora de educar o bichinho. Onde ele vai poder comer? Onde vai ficar o "chiqueirinho" dele? Seus pais vão deixar o bichinho dormir na sua cama? Quem vai comprar as coisas do animal? O dinheiro vai sair da sua mesada? E se ele ficar doente? É bom deixar essas questões bem claras para evitar dores de cabeça no futuro.

É bom saber ainda que seu bichinho pode morrer antes do que você imaginava, e muito provavelmente antes de você. O tempo de vida deles é bem inferior ao nosso. Será uma experiência difícil, mas, com certeza, todo o amor dado por seu bichinho vai valer à pena.

Confira os cuidados que precisam ser tomados com cachorros: 

- O cachorrinho já pode ir para sua casa a partir dos 45 dias.

- É preciso dar 3 doses de vermífugo (remédio contra vermes) e 3 doses de vacinas tríplice e uma dose de antirrábica. Procure um veterinário para mais informações.

- Castre seu animal antes do primeiro cio. Assim, você evita que no futuro o bichinho desenvolva tumores.

- Procure dar uma ração de boa qualidade e sempre deixe água fresca à disposição.

- Delimite o local onde seu cachorrinho vai fazer cocô e xixi, coloque um jornal e mostre para ele. Se o cãozinho insistir em fazer em outros locais, você pode usar produtos adestradores como o pipidog.

- Adestre seu cãozinho desde filhote. Mostre para ele o que é certo e errado. 

- Não se esqueça de passear com o cachorro uma vez por dia. Ele fica mais relaxado e você ainda faz um exercício. E não se esqueça de levar um saco plástico se ele deixar alguma surpresinha no meio do caminho.

- Dê banho no seu cachorrinho, pelo menos, a cada duas semanas. Não tem coisa mais gostosa que cachorro limpinho e cheiroso

Agora, preste atenção nas dicas para cuidar de gatos:

- Assim como os cães, um gatinho pode ir para sua casa a partir dos 45 dias.

- É preciso dar 3 doses de vermífugo (remédio contra vermes) e 3 doses de vacinas tríplice e uma dose de antirrábica. Procure um veterinário para mais informações.

- Como os gatos são muito curiosos, é importante que sua casa ou apartamento tenha telas nas janelas. Assim, você o protege de possíveis fugas.

- Castre seu animal antes do primeiro cio. Assim, você evita que no futuro o bichinho desenvolva tumores.

- Procure dar uma ração de boa qualidade e sempre deixe água fresca à disposição.

- Gatos fazem xixi e cocô em uma caixinha de areia. É super fácil de encontrar em pet shops e deve ser trocada, de preferência, toda semana para evitar mal-cheiro.

- Penteie seu gato regularmente. Assim, ele vai soltar menos pelos pela casa.

- Uma vez por semana, dê uma alimentação úmida específica para gatos. Como eles se lambem muito (é assim que eles tomam banho), engolem muitos pelos e esse tipo de alimentação os elimina.

Fonte: http://gshow.globo.com/

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Cuidados com seu cão durante o Carnaval.

Os foliões já estão se preparando para entrar no clima do Carnaval e o que não faltará é muita alegria, batuque das baterias, som alto nos blocos, clubes e trios elétricos…  Mas já parou para se perguntar se o seu animalzinho de estimação também gosta de Carnaval? A próxima pergunta que deve ser feita é: Ele ficará por aqui ou irá junto com você? 
É preciso avaliar primeiramente as características e comportamento do seu cão para tomar a decisão correta, pois com essa agitação toda ele pode ficar muito estressado, ou pior, pode até adoecer! Os pets não são muito adeptos das festas e das mudanças na rotina diária deles.
Pessoas diferentes no mesmo ambiente aumentam o risco de acidentes como, por exemplo, fugas e atropelamentos. Podem, ainda, se machucar por estresse pelo intenso barulho ou de tanto latir, tentando ver o que está acontecendo fora de casa. Outros problemas comuns são a intoxicação por alimentos impróprios ou resíduos, incluindo bitucas de cigarros, balões, enfeites e pedaços de fantasias.
Mas quais os cuidados então que você deve ter com seu cão no Carnaval? Algumas medidas preventivas podem garantir a saúde dos pets, veja a relação a seguir:
– Viagem de carro: manter o veículo sempre arejado, levar água fresca e o tapete higiênico. Éimportante fazer algumas paradas durante o percurso caso o trajeto seja longo.
– Vacinação: é fundamental que seu cão esteja com as vacinas em dia. Principalmente os filhotes, pois estes não podem ter contato com outros cães, nem ir a um parque ou andar na praia. A melhor escolha neste caso é deixa-lo com algum conhecido ou em hospedagem.
– Fantasias: se optar por levar seu pet para a folia com fantasias, é preciso prestar atenção se a roupa não está apertada e tomar cuidado com os acessórios para que ele não corra o risco de se machucar ou se engasgar.
Agora que você já está ciente dos cuidados com seu pet, faça a melhor escolha e divirtam-se!
Fonte:vira-latas.com

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Fotógrafo 'analisa' gatos a partir de ângulo bastante curioso.

"Como uma pessoa que ama fotos e gatos, eu não pude perder a oportunidade de me expressar e montar essa série de fotos", afirmou Andrius. Para realizar todo o ensaio, foram necessárias sete horas de preparação, um dia inteiro tirando fotos e quatro semanas para finalizar todo o trabalho.
A ideia do trabalho de Andrius é mostrar como alguns gatos se sentem envergonhados de mostrar essa parte do corpo e trazê-la para a visão das pessoas. "Eu gosto muito das patas dos gatos, são muito fofas", contou.


Fonte: Redação RedeTV!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Empresa japonesa cria dispositivo capaz de analisar emoções de animais de estimação.

Os proprietários podem saber se seus animais de estimação estão felizes, relaxados, querem brincar ou estão incomodados, usando um dispositivo em conjunto com um aplicativo no smartphone, de acordo com a fabricante Anicall.

“Nós temos mais animais do que crianças no Japão”, disse Takuya Fuma, gerente de unidade de desenvolvimento da empresa, na Expo Wearable, em Tóquio. “Nós vemos um grande mercado na indústria pet, as pessoas gastam muito dinheiro com isso”.
O número de gatos e cães de estimação no país totalizou em 20 milhões em 2014, de acordo com a Japan Pet Food Association, contra 16,2 milhões de crianças (abaixo de 15 anos). O aparelho da Anicall pode ser usado tanto em cães, como gatos, diferente das rivais. Atualmente, o dispositivo só funciona quando os donos estão perto de seus animais de estimação com seus smartphones, mas Takuya Fuma disse que a empresa espera desenvolver um monitoramento remoto das emoções, usando um dispositivo que consiga enviar sinais a longa distância.

Programado para chegar ao mercado em abril, o dispositivo custará em torno de ¥ 9.000.

Fonte: AFP

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Experimento mostra que cães se preocupam com o bem-estar de quem é amigo.

Não era necessário, mas cientistas austríacos descobriram mais um motivo para que os cachorros sejam considerados seres adoráveis: eles são generosos com os amigos. Em um experimento, cujos resultados foram publicado recentemente na revista especializada Scientific Reports, os pesquisadores constataram que cães doam comida quando veem que outro animal do qual gostam não têm o que comer.


A disposição para socorrer indivíduos próximos, uma característica marcante do ser humano, já havia sido observada em outros animais, como macacos, ratos e gralhas, e existia uma suspeita de que os cachorros pudessem demonstrar o mesmo tipo de comportamento. Havia dúvidas, no entanto, se, no caso dos animais domésticos, a ação seria generosa apenas na aparência, sendo resultado, na verdade, da obediência aos donos.

“Cães e seus parentes mais próximos, os lobos, exibem comportamento social e cooperativo, de forma que há razões para supor que esses animais também se comportam de forma cooperativa socialmente com membros da mesma espécie. Além disso, ao longo de milhares de anos de domesticação, os cães foram selecionados para habilidades sociais específicas”, explica, em um comunicado, Friederike Range, coautora do estudo e pesquisadora do Messerli Research Institute, em Viena.

Para esclarecer essa dúvida, os cientistas resolveram estudar 16 cães e observar se eles podiam ser cooperativos com outros cachorros, alguns com quem conviviam e outros desconhecidos. No experimento, os pesquisadores ofereciam comida aos animais por meio de um sistema no qual eles deviam puxar o alimento por uma corda. O truque era que o animal que puxava a corda fazia a bandeja com guloseimas chegar ao animal que estava em uma gaiola ao lado da dele, ou seja, a comida não era para ele, mas para o vizinho. E o animal podia escolher se oferecia uma bandeja cheia ou uma vazia.

Para conhecidos
Os autores notaram que a decisão sobre que bandeja — a cheia ou a vazia — doar era fortemente influenciada pela familiaridade que o cão tinha com o animal beneficiado. Se o vizinho era alguém que ele conhecia, a chance de dar comida era muito maior. “O que nós descobrimos foi que o grau de familiaridade entre os cães influenciava mais esse comportamento. Comportamento pró-social foi exibido com menos frequência para cães desconhecidos”, diz Range.

Fonte: diariodepernambuco.com.br

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Viagem de carro: Equipamentos de segurança podem salvar a vida de cães.

Muitas famílias incluem os cães nas viagens de final de ano, mas não se atentam à importância de transportá-los de maneira segura. Um cão de apenas 10 quilos pode passar de 100 quilos em uma batida de carro. Já o peso de um animal de 50 quilos pode ultrapassar uma tonelada.

“Crash tests realizados com pets em tamanhos e pesos reais já comprovaram que, quando o animal está solto no veículo, além de se machucar gravemente no momento do impacto, ele coloca a vida do motorista e dos demais passageiros em risco”, explica Denis Rodrigues, diretor técnico da Bracannes, empresa especializada em cintos de segurança para pets.

O engenheiro mecânico especialista em segurança veicular explica que a caixa de transporte está entre as opções, mas ela é segura apenas do ponto de vista dos humanos, podendo ser perigosa para o animal uma vez que ele fica solto dentro dela. Segundo o especialista, a melhor maneira de evitar fatalidades é fixar o corpo à estrutura do veículo.

“Ao prender o animal à estrutura do carro, permite-se absorver a força de um eventual impacto sem transferi-la para o pet. O cinto de segurança, desde que tenha design e materiais de qualidade, garante menor risco aos ocupantes do veículo e também ao pet conduzido”, destaca.

Denis ressalta a importância de utilizar acessórios desenvolvidos especialmente para os pets, que respeitem seu biótipo, garantindo um ajuste perfeito e distribuindo a força do impacto aos pontos mais resistentes da estrutura do pet. “É importante utilizar equipamentos especiais para os cães porque os cintos para humanos podem incomodá-los, fazendo com que eles sejam capazes até mesmo de retirá-los. O animal não deve se sentir incomodado ao utilizar um equipamento de segurança”, destaca.

O especialista destaca, ainda, que a cadeirinha de transporte é outro equipamento de segurança que pode ser usado, desde que feito com materiais testados. “Mas, ainda assim, seu uso deve estar associado também ao cinto de segurança”, completa.

Transporte livre de multas

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido conduzir animais nas partes externas do veículo, assim como ele não pode estar no banco do motorista ou do passageiro ao lado. Nestes casos, a lei prevê multas de R$127,69 e R$85,13, respectivamente. “Não há uma estatística sobre pets envolvidos em acidentes de trânsito, uma vez que o animal é visto pela lei como carga e não como uma vida”, explica Denis.

Fonte: folhavitoria.com.br

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

18 ALIMENTOS SAUDÁVEIS QUE VÃO FORTALECER A IMUNIDADE DO SEU CACHORRO

1. Atum, sardinha e salmão (selvagem, do mar)
Peixe é extremamente benéfico, pois é rico em ômega 3.
Esse ácido graxo é ótimo para a pelagem do seu cão, pois a deixa mais brilhante e saudável. Além disso,  o peixe  tem muitas proteínas e vitaminas. Ou seja, quando o animal é alimentado com atum, sardinha ou salmão (selvagem, do mar), tem o sistema imunológico fortalecido.
 
2. Carne magra
A carne magra é altamente benéfica, pois tem muitos aminoácidos e vitaminas do complexo B.
O que isso significa?
Que seu cão terá bastante energia durante o dia - só não se esqueça de garantir a qualidade da carne.
 
3.Fígado
Ele tem uma função bem semelhante à da carne branca. O fígado é conhecido como uma grande fonte de vitaminas B, A e K, além de conter ferro. Você pode comprá-lo fresco em supermercados e cozinhar ou assar em casa.
Observação: Não exagere na quantidade de fígado que oferece ao seu cachorro, pois esse alimento, em grande quantidade, é tóxico.
Não dê mais do que 1 grama de fígado fresco por quilo de peso corporal do seu animal – e o consumo pode ser diário.
 
4. Aveia
Ela é rica em fibras, o que é essencial para o seu cão (principalmente se ele já for velho), pois tende a sofrer com problemas de irregularidade intestinal. Cozinhe a aveia antes de servir.
 
5. Batata-doce
Ela é uma grande fonte de vitamina B6, C, betacaroteno e manganês. No entanto, precisa ser consumida pelo seu cão depois de cozida no vapor.
 
6. Ovo
É excelente para a dieta dos cachorros, é um verdadeiro suporte de proteínas.
 
7. Salsa
É uma boa fonte de betacaroteno, potássio e cálcio. Além  disso, combate o mau hálito dos peludinhos - basta adicionar algumas colheres de sopa de salsa picada na comida.
 
8. Pera
Pode deixar seu cão comer peras, mas remova as sementes, pois são tóxicas para eles.
 
9. Queijos e requeijão
O queijo é rico em gordura
Por isso escolha os que têm baixo teor de gordura. Queijo cottage é uma ótima escolha – é rico em cálcio e proteína.
No entanto, certifique-se que o seu peludo não é intolerante à lactose antes de adicionar esse lanche à dieta dele.
 
10. Iogurte grego
Assim como o queijo, o iogurte grego é rico em cálcio e proteína. Iogurtes com bactérias do bem são bons para o sistema digestivo do seu cão.
Observação: Escolha iogurtes que não contêm açúcar ou adoçante artificial.
 
11. Pipoca
A pipoca é um lanche de baixa caloria.
Ela contém potássio, o que é ótimo para os ossos, além de sais minerais, como cálcio, magnésio e fósforo. Só tenha atenção para não colocar nem sal nem manteiga.
 
12. Linhaça
Ela é uma grande fonte de ômega-3, que é ótima para a pele e pelagem de seu cão. Tanto as sementes como o óleo de linhaça devem ser armazenados na geladeira, dentro de um recipiente hermético e escuro.
 
13. Ervilhas
Elas são uma grande fonte de potássio, fósforo e vitamina B. Você pode acrescentá-las na dieta do seu cachorro. Prefira ervilha natural, pois a em conserva tem normalmente muito sal.
 
14. Brócolis
Este vegetal é rico em vitaminas e bastante nutritivo para os cães. No entanto, você precisa garantir que a dieta do seu amiguinho não vai ter muito brócolis,
caso contrário, se ele consumir brócolis em excesso, pode ter uma irritação gastrointestinal.
 
15. Cenouras
Elas são de baixa caloria e ricas em fibras e betacaroteno. Além disso, maravilhosas para o desenvolvimento e limpeza dos dentes caninos.
 
16. Alga Nori
Esta alga é rica em clorofila, proteínas, fibras, vitamina C, E e todas as formas de vitaminas B. Além disso, em sua composição, podemos contar com a presença de minerais, como cobre e zinco, excelentes para regular o metabolismo do seu cão.
 
17. Fatias de maçã (sem as sementes)
As maçãs são uma boa fonte de vitamina A e C, além de fibras.
Alimentando o seu cão com fatias de maçã, você estará ajudando na limpeza dos dentes caninos, pois a maçã remove os resíduos que ficam nos dentes - não se esqueça de tirar as sementes antes de oferecer a fruta.
 
18. Salada de frutas
Uma boa salada de frutas para os cachorrinhos é a mistura de melão, maçã (sem sementes), banana, melancia e morango.

Fonte: curapelanatureza.com.br

domingo, 13 de dezembro de 2015

Gato some por 8 meses para procurar irmã desaparecida e a traz de volta.

Quem contou o caso foi o usuário Waterleakx, dono dos gatos. Segundo ele, parece que o gato se envolveu em brigas com outros animais. “Estou em choque porque ele trouxe a irmã de volta depois de tanto tempo”, contou. Ele já havia desistido e achava que nunca mais os veria de novo.


Fonte: Petcidade

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O segredo para dormir bem? Dividir a cama com o animal de estimação.

Dividir a cama com animal de estimação pode ajudar pessoas que têm problemas para dormir a terem uma noite de sono melhor. De acordo com um novo estudo feito por cientistas da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, uma das instituições médicas mais respeitadas do mundo, o companheirismo dos pets faz com que os indivíduos se sintam mais seguros, satisfeitos e relaxados durante a noite.

Apesar de alguns dos participantes do estudo relatarem que os animais perturbam sua noite, com a respiração ruidosa ou movimentos durante a noite, os benefícios da presença dos animais são maiores que os malefícios. 

Os pesquisadores entrevistaram 150 pessoas que frequentam o Centro do Sono da Clínica e, entre eles, 49% têm animais de estimação. Nesse grupo, 20% disseram que os animais interrompem seu sono, enquanto para 41%, os animais são uma vantagem e os ajudam a dormir melhor.

De acordo com os depoimentos, a simples presença do animal no quarto traz a sensação de segurança e conforto que ajuda a ter noites de sono mais tranquilas.
"Alguns pacientes deliberadamente adquiriam um gato ou cachorro para ajudá-los a relaxar. Pessoas que dormem sozinhas frequentemente mencionaram a companhia benéfica de um pet no quarto ou na cama", afirmam os pesquisadores no estudo.

De acordo com os cientistas, o estudo pode orientar os médicos que pretendem ajudar seus pacientes a dormir melhor - perguntar sobre a presença dos animais nos quartos e sua influência nas noites de sono pode ajudar a combater problemas para dormir.

Fonte:  Veja.com

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

FBI começará a rastrear casos de crueldade contra animais em 2016.

No próximo ano, o FBI (Federal Bureau of Investigation) vai começar a investigar casos de crueldade contra os animais. Até agora, os crimes relacionados a animais têm sido relatados em uma categoria genérica no Sistema Nacional de Comunicação de Ocorrências (National Incident Based Reporting System) do FBI, um banco de dados que coleta os relatórios de crimes dos departamentos de polícia em todo os Estados Unidos.
Com essa mudança, os ativistas esperam que os crimes contra animais passem a ter mais atenção e a ligação entre o abuso de animais e outros crimes violentos seja ressaltada.
“Não havia nenhuma maneira de descobrir quantas vezes isso ocorre, onde ocorre e se havia aumento”, explica Mary Lou Randour, conselheira sênior para programas e educação sobre crueldade contra os animais no instituto sem fins lucrativos Animal Welfare Institute. “Os dados empíricos são importantes. Eles vão nos dar informações sobre os crimes de crueldade contra animais para que possamos planejar melhor sobre intervenções e prevenção.”
Para Randour e outros ativistas, rastrear casos de crueldade contra animais é importante porque pesquisas mostram que a violência contra animais pode ser um indicador precoce de que uma pessoa vai ser violento também com seres humanos, além disso o abuso de animais ocorre frequentemente ao lado de outros crimes, como a violência doméstica.
“Na abuso animal, você tem poder total sobre o animal”, explicou o promotor Adam Lippe, que lida com casos de crueldade, ao Baltimore Sun. “Se você está disposto a exercer esse poder de uma forma cruel, maliciosa e maldosa, então é provável que você faça isso com as pessoas, também, que não têm poder, como crianças e adultos vulneráveis. É uma questão de falta de empatia. ”
Segundo a National Link Coalition, que promove a compreensão da conexão entre o abuso de animais e outros crimes, testemunhar a negligência e o abuso contra animais pode dessensibilizar uma criança à violência e impedir o desenvolvimento de empatia.
De acordo com Randour, um cônjuge pode usar a violência e as ameaças contra animais domésticos como parte de um padrão de abuso.
“É uma forma de violência interpessoal”, explicou. “É uma outra maneira de tentar ganhar controle e poder ou exercer intimidação.”
Casos mostram que alguns serial killers maltratam animais quando são jovens.
Segundo o FBI, a partir de janeiro, os departamentos de polícia estadunidenses serão obrigados a denunciar crimes relacionados a animais à base de dados. O FBI vai classificá-los como um “crime contra a sociedade.”
Ocorrências serão divididas em quatro categorias: negligência; maus-tratos e tortura intencionais; exploração organizada, como lutas de cão e de galos; e abuso sexual.
Programa Uniforme de Notificação de Crimes do FBI é usado por criminologistas, aplicadores da lei e pesquisadores.
John Thompson, vice-diretor executivo da Associação Nacional de Delegados, incentivou a mudança.
Segundo ele, há algumas décadas atrás, a crueldade contra animais não estava no radar de muitos oficiais da lei.
“Se houvesse um crime, teríamos apenas de enviá-lo para o controle de animais ou ignorá-lo”, afirmou Thompson.
Alguns departamentos de polícia agora têm recursos dedicados para os animais. A sensibilização do público também aumentou através de casos de alta visibilidade.
Para Thompson, uma vez que o FBI comece a rastrear os casos, pode demorar cinco ou seis anos até que haja dados suficientes para analisar tendências.
De acordo com Dr. Martha Smith-Blackmore, um veterinário forense que estuda casos de abuso animal, os dados devem ajudar especialistas a analisarem as origens e os padrões de abusadores de animais.
“Quando eu comecei a ver casos de crueldade contra os animais, percebi que esses animais estão presos nas mesmas famílias disfuncionais e sofrendo os mesmos males que as pessoas presas nestas famílias”, disse ela.
“Espero que [os novos dados] nos tragam à tona algumas informações sobre os abusadores animais, quem eles são, quais suas origens”, afirmou Smith-Blackmore.
Fonte: ANDA

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Mamãe gata leva filhotes para conhecer seu amigo cachorro.

Essa mamãe gata levou seus dois filhotes para conhecer um grande amigo, um cachorro. A confiança que ela tem no cão é impressionante.
Após apresentar os filhotes ao cão, a mãe se afasta e deixa os dois com ele, enquanto observa de longe.
O que acontece a seguir é de derreter corações: o cachorro brinca com os gatinhos, rola no chão enquanto brinca com as patinhas com eles. Depois, corre pra dar um abraço na mamãe gata. Assista!
Fonte: Cat Club

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Ativista pode receber 10 anos de prisão por dar água à porcos.

A visão de porcos amontoados em um caminhão em um dia sufocante dia de Junho foi demais paraAnita Krajnc que sentiu que os animais deveriam pelo menos ter um pouco de água em sua jornada até o matadouro. O que era para ser um gesto humanitário agora deixou Kranjnc encarando uma ameaça de até 10 anos de prisão no Canadá ou uma potencial multa de £2,500 euros.
O último capítulo do que está virando uma causa global para ativistas de direitos animais será em uma corte em Milton, Ontario, onde um juiz determinará o dia do julgamento de Krajnc, que foi acusada de “dano criminal”. Sob as leis canadenses, porcos são propriedade e podem ser transportados por até 36 horas sem comida, água ou descanso.
Krajnc, que tem 48 anos, ganha a vida como consultora de projetos de bem-estar animal e coordena a Toronto Pig Save. O grupo espera na beira de estradas por caminhões de porcos, e então entrega água e frutas aos animais pelos buracos. No dia 22 de junho, houve um confronto com o motorista de um dos caminhões que exigiu que ela parasse de dar água aos porcos. No dia seguinte, Krajnc foi informada pela polícia que havia sido acusada de “borrifar um líquido desconhecido dentro do trailer onde os porcos estavam”.
Krajnc já tem suporte global de vários outros grupos veganos de direitos animais ao redor do mundo, e está pronta para encarar a prisão. “Nós temos um dever de dar comida aos esfomeados e água aos sedentos. Eu não vou aceitar uma multa, prefiro ir para a prisão.”

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Gatos tricolores e escaminhas são mesmo sempre fêmeas?

Entenda de uma vez por todas por que dizem que gatos tricolores e escaminhas são sempre fêmeas.


Nos mamíferos o sexo é determinado por dois cromossomos, denominados X e Y. As fêmeas possuem dois cromossomos X (XX) e os machos possuem um cromossomo X e um Y (XY). Cada cromossomo é composto por diversos genes. Quando esses genes estão locados em X ou Y eles são chamados de genes sexuais. Quando se trata de genes não locados em X ou Y eles são chamados de genes autossômicos.
Nos gatos, um dos diversos genes está locado no cromossomo X. Esse gene possui dois alelos (ou dois tipos), um correspondente à cor laranja (B) e outro correspondente à cor preta (b). Lembrando que as fêmeas possuem dois cromossomos X, essas meninas que possuem alelos correspondentes às cores laranja e preta podem ter as seguintes 3 combinações genéticas:
As gatas com dois alelos B são laranjas, as com alelos diferentes, B e b (chamadas de heterozigotas) são escaminhas (preta e laranja) e, as com dois alelos b são sempre pretas.
Nos gatos machos, que sabidamente só possuem um único cromossomo X e outro Y, a expressão das cores é diferente, pois o cromossomo Y não carrega os alelos B e b mencionados acima. Com isso existem duas combinações genéticas nos machos:
Como expressado na figura acima, os machos com alelo b são pretos e, os com alelo B são laranjas.
A figura abaixo explica melhor como funciona a genética das cores nos machos e nas fêmeas:
Mas e as fêmeas tricolores? Elas são chamadas de calico e nada mais são do que fêmeas escaminhas que expressam mais um alelo no cromossomo X. Esse alelo é representado pela letra S e gera uma despigmentação em determinadas regiões do corpo. Com isso, essas fêmeas possuem três cores, preto, laranja e branco.
Mas é possível que um macho seja calico ou escaminha? Apenas em ocasiões extremamente raras. Esses animais possuem uma malformação genética chamada Síndrome de Klinefelter. Eles possuem dois cromossomos X e um Y (XXY) e são estéreis. Se um gato com esse padrão de cromossomos expressar dois alelos, um B e outro b, então ele pode ter a cor escaminha ou calico (se possuir também o alelo S).
Fonte: Petiko / Matéria traduzida e adaptada de bio.miami.edu

Descubra a origem da raça do seu cachorro.

Você sabe a origem da raça do seu cachorro? Descubra de maneira divertida onde os ancestrais do seu amigão viveram.

Você já se perguntou onde os ancestrais do seu cão viveram? Um ilustrador criou uma maneira ilustrativa de responder essa pergunta. Ele criou uma série de cartazes chamada “Dogs Of The World” (Cães de Todo Mundo). Nos cartazes, o ilustrador Lili Chin classifica mais de 200 raças pelo seu lugar de origem.
A série de cartazes de Lili foi um sucesso e ele diz que possivelmente fará um trabalho semelhante com gatos.
É isso aí pessoal, agora para descobrir a origem da raça do seu cachorro, é só achar ele em um dos cartazes:

Raças de origem asiática

Akita inu (Japão), Shar-pei (China), Chin ou Spaniel Japonês (Japão), Shih-tzu (China), Shiba inu (Japão), Pug (China), Indog, Pequinês (China), Formosan (Taiwan), Mastim tibetano (Tibete), Jindo coreano (Coreia do Sul) e Chow-chow (Mongólia) 

Raças de origem inglesa

Setter inglês, Airedale terrier, Bedlington terrier, Jack russell terrier, Whippet, Buldogue francês (França e Inglaterra), Cocker spaniel inglês, Beagle, Cavalier king charles spaniel, Bulmastife, Buldogue inglês, Yorkshire terrier, Foxhound inglês, Bull terrier e Pastor inglês

Raças de origem estadunidense

Malamute-do-alasca, Dingo americano ou Cão da Carolina, Connhound, Toy fox terrier, Pastor australiano (que nasceu nos EUA, mas foi levado à Austrália), Cão d’água americano, Chesapeake bay retriever, Boston terrier, Rat terrier, Cão Leopardo Catahoula, Pit bull e Blue Lacy

Raças de origem latino-americana

Dogo argentino (Argentina), Pelado mexicano (México), Terrier brasileiro ou Fox paulistinha (Brasil), Cão pelado peruano (Peru), Chihuahua (México), Fila brasileiro (Brasil), Bichon havanês (Cuba), Cimarron uruguayo (Uruguai) e Mucuchies (Venezuela)

Raças de origem autraliana

Terrier australiano, Boiadeiro australiano, Koolie, Bull Arab, Tenterfield, Silky terrier australiano, Dingo australiano e Kelpie

Raças de origem galesa

Pastor galês, Springer spaniel inglês, Welsh terrier ou Terrier galês, Welsh corgi cardigan, Welsh corgi pembroke e Sealyham terrier 

Raças de origem mediterrânea

Galguinho italiano (Itália), Maltês (Malta), Sabujo sérvio (Sérvia), Pastor-jugoslavo (região dos Balcãs), Mastim napolitano (Itália), Tornjak (Croácia e Bósnia), Lagotto romagnolo (Itália), Cane corso (Itália), Spinone italiano (Itália), Kritikos Lagonikos ou Cretan Hound (Grécia), Dálmata (Croácia) e Pharaoh hound (Malta)

Raças de origem belga

Tervuren, Schipperke, Pastor belga ou Groenendael, Boiadeiro das Flandres, Brussels griffon e Pastor belga Malinois

Raças de origem francesa

Dogue de Bordéus, Pastor-de-beauce, Pastor-da-picardia, Pequeno basset griffon da Vendeia, Braque, Spaniel Bretão ou Brittany, Basset Hound, Pastor-de-brie, Pastor-dos-pirinéus-de-pelo-curto, Papillon, Cão de Santo Humberto, Bichon frise, Cão de montanha dos Pirenéus, Cão do Ariége e Barbet ou Cão d’água francês

Raças de origem alemãs

Affenpinscher, Poodle, Dobermann, Leonberger, Spitz alemão, Keeshond, Esquimó Americano, Pinscher miniatura, Dogue alemão, Salsichinha ou Dachshund, Pastor alemão, Schnauzer, Boxer, Weimaraner e Rottweiler

Raças de origem irlandesa

len do Imaal, Terrier irlandês, Setter irlandês, Cão d’água irlandês, Lébrel irlandês, Kerry blue terrier, Soft coated wheaten terrier e Setter irlandês ruivo e branco

Raças de origem holandesa

Pastor holandês, Cão de aponte frisão, Cão d’água frisão, Pequeno cão holandês, Spaniel perdigueiro de Drente e Schapendoes

Raças de origem russa

Husky siberiano, Sulimov, Pastor-do-cáucaso, Borzoi, Laika da Sibéria Oriental, Samoieda, Terrier preto da Rússia e Pequeno cão russo

Raças de origem escocesa

Border collie, Cairn terrier, Pastor-de-shetland, Setter gordon, Terrier escocês, Deerhound, West highland white terrier e Golden retriever 

Raças de origem canadense

Esquimó canadense, Labrador de St John’s, Terra-nova, Landseer, Toller e Labrador retriever